Programação

Obras Convidadas • Joaquín Sorolla y Maruja Mallo

A já tradicional “Obra Convidada” regressa este ano a Lisboa em dose dupla: no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado poderá ser contemplada uma obra de Joaquín Sorolla, proveniente do Museu Sorolla, que dialogará com duas obras de Maruja Mallo, pertencentes à Fundação María José Jove, e que serão expostas no MAC/CCB — Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura do Centro Cultural de Belém.

Idoia Cuesta

Inauguração: 5 de setembro ás 16:00. Contextile 2026. Bienal de Arte Têxtil Contemporânea propõe a realização de uma residência de curta duração com a artista espanhola Idoia Cuesta. Com o resultado desta residência artística, será realizada uma exposição durante a Contextile, acompanhada por oficinas e talks/conversas.

Cantando a las poetas del 27

Na véspera do centenário da Geração de 27, a cantora e compositora Sheila Blanco recupera os versos daquelas poetisas que ficaram no esquecimento face aos seus contemporâneos homens.
Com este espetáculo, a Mostra Espanha dá pela primeira vez o salto ao Brasil, no âmbito da participação de Espanha como Convidada de Honra na Bienal do Livro de São Paulo.

Breaking Beethoven

Espetáculo que funde a música de Beethoven com a dança urbana e a dança contemporânea. Um espetáculo fresco, divertido e com ritmos muito urbanos. Ideal para aproximar a música clássica e a dança contemporânea do público jovem e adolescente. Apresenta um mundo virtual onde coexistem o antigo e o futuro tecnológico.

Festina lente

Inauguração: 17 de setembro, às 18h30. Ressonâncias entre arquitetura, cultura e identidade. Festina lente é uma aproximação visual àquilo que está prestes a desaparecer (fragmentos da paisagem urbana, vestígios), através de registos à escala de superfícies arquitetónicas, fotografias e material gráfico.

Cargo

Inauguração: 19 de setembro, às 16h00. CARGO é um projeto fotográfico desenvolvido no espaço portuário de Algeciras, que aprofunda conceitos relacionados com a necessidade constante de produção, transporte e consumo em que assenta a estrutura da sociedade atual, comprometendo a sua viabilidade e questionando a sua própria sobrevivência.

Umbral mineral

Inauguração: 24 de setembro ás 18:30. Esta exposiçãoreúne um conjunto de obras que transitam entre a fotografia, a escultura e a instalação para abordar as transformações do território provocadas pela atividade mineira.

Rediscovering Spain

Rediscovering Spain mergulha no universo das danças e da improvisação da Espanha do Século de Ouro: escondidas entre os acordes do instrumento da moda, a guitarra, infiltraram-se nos palácios aristocráticos as danças provenientes da América, chegadas através do porto de Sevilha, e deixaram na Andaluzia a semente daquilo que hoje conhecemos como flamenco. A Accademia del Piacere recupera esse elo de ligação através da dança de Ana Morales.

Entre tierras sonoro

O projeto combina arte pública, investigação e participação comunitária. Será desenvolvido em duas pedreiras abandonadas, transformando-as em espaços de encontro. Geólogos, biólogos e empresas locais colaborarão na recolha de minerais e na criação de pigmentos naturais. Deste processo nascerá uma panóplia cromática que refletirá a identidade do território.

Los Bravú

Inauguraçao: 2 de outubro ás 18:00. A proposta centra-se num projeto site-specific de um dos coletivos artísticos mais interessantes e com maior projeção na arte contemporânea da atualidade: Los Bravú. O coletivo é formado por Dea Gómez e Diego Omil que, desde a sua passagem pela Academia de Espanha em Roma, em 2017, não deixaram de desenvolver o seu trabalho pictórico, incorporando discursos e códigos contemporâneos numa estética aparentemente clássica.

Tramas del paisaje • Oficina

A oficina de mediação artística de Irene Trapote propõe um espaço de encontro e de troca entre artesãos e participantes de Miranda do Douro, em torno de práticas manuais ligadas ao território, à memória e à transmissão de saberes.

Tramas del paisaje

A exposição Tramas del paisaje de Irene Trapote reflete sobre os vínculos culturais entre Espanha e Portugal através da paisagem atlântica e dos saberes que historicamente a configuraram.

Invisible • Intervenções efémeras na Raia luso-espanhola

Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.

El retablo de las maravillas

Uma companhia de teatro chamada Hipótesis Ficción sabota o texto clássico de Cervantes através da paródia e da autoficção, assumidas como única forma de habitar as suas contradições.

Astutas: uma exposição imersiva sobre as salinas do século XXI

Exposição fotográfica imersiva que combina imagens, vídeo, paisagem sonora e documentação contemporânea para explorar as salinas do século XXI como espaços de sustentabilidade, memória e transformação cultural. A exposição dá visibilidade às salinas artesanais da Baía de Cádis como exemplos de paisagem cultural viva e de infraestrutura astuta. Através do olhar, a experiência convida o público a habitar a paisagem, a refletir sobre a importância das salinas e a reconhecer o seu valor ecológico, cultural e social para as comunidades costeiras do futuro.

Invisible • Intervenções efémeras na Raia luso-espanhola

Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.

Invisible • Intervenções efémeras na Raia luso-espanhola

Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.

Invisible • Intervenções efémeras na Raia luso-espanhola

Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.

Invisible • Intervenções efémeras na Raia luso-espanhola

Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.

A beleza

Apresentação do novo trabalho de Rodrigo Cuevas no âmbito do Festival Misty Fest. Um disco que aponta para onde os sonhos e o belo se fundem com o terreno. Este trabalho é um catalisador de novos sons contemporâneos que se juntam à paleta já conhecida onde, por supuesto, o germe da tradição e do folclore não só pululam, mas regeneram a proposta artística e sonora com um descaramento, uma solvência e uma subtileza que erosiona os nossos órgãos da sensibilidade.

A beleza

Apresentação do novo trabalho de Rodrigo Cuevas no âmbito do Festival Misty Fest. Um disco que aponta para onde os sonhos e o belo se fundem com o terreno. Este trabalho é um catalisador de novos sons contemporâneos que se juntam à paleta já conhecida onde, por supuesto, o germe da tradição e do folclore não só pululam, mas regeneram a proposta artística e sonora com um descaramento, uma solvência e uma subtileza que erosiona os nossos órgãos da sensibilidade.

Montar un cuerpo

Espetáculo de dança contemporânea que investiga o jogo como eixo central do ato cénico através do corpo e da improvisação. A apresentação será acompanhada por uma oficina prática na qual serão partilhados e criados materiais cénicos a partir da experiência pessoal e coletiva. A oficina poderá realizar-se previamente à apresentação do espetáculo, despertando assim o interesse do público e criando expectativas antecipadas.

Invisible • Intervenções efémeras na Raia luso-espanhola

Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.

Cinanima • Encuentro con Studio Kimchi

Studio Kimchi é um estúdio de animação de Barcelona especializado em transformar mensagens complexas em experiências animadas que estabelecem uma ligação profunda com o público. A sua missão é criar histórias que fazem a diferença, amplificando valores e inspirando a mudança através do poder da narrativa visual. Os seus filmes chegaram a milhões de pessoas em todo o mundo, combinando projetos por encomenda para marcas e organizações com conteúdos originais próprios.

A serie Clopen

Acrobacias impossíveis, números aéreos impressionantes, comédia hilariante, dança, clown e uma história cativante. A série Clopen é um espetáculo multidisciplinar que reflete, com humor, sobre os desafios que a juventude tem de enfrentar nestes tempos de incerteza. Alicia é uma adolescente que se encontra naquele momento da vida em que começa a construir a sua própria identidade e a explorar o mundo que a rodeia. Mas tudo o que descobre gera ainda mais perguntas…

Invisible • Intervenções efémeras na Raia luso-espanhola

Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.

Encontro autora-tradutora: Lara Moreno e Margarida Amado Costa

Com motivo da publicação em português do seu primeiro romance, Por si se va la luz, a escritora Lara Moreno e a sua tradutora para português, Margarida Amado Costa, manterão uma conversa sobre a obra da autora, o ofício da escrita e as particularidades da tradução literária entre o espanhol e o português.

Falla imaginado

Falla imaginado é um projeto artístico, em formato de trio, do pianista e compositor Moisés P. Sánchez, que reinterpreta a obra de Manuel de Falla a partir de uma perspetiva contemporânea.

Falla imaginado

Falla imaginado é um projeto artístico, em formato de trio, do pianista e compositor Moisés P. Sánchez, que reinterpreta a obra de Manuel de Falla a partir de uma perspetiva contemporânea.

Cinefiesta

O festival de cinema espanhol Cine Fiesta, organizado em colaboração com o Instituto da Cinematografia e das Artes Audiovisuais (ICAA), regressa com uma nova edição que levará a Portugal uma seleção dos melhores filmes recentes, incluindo vários que terão estreia nacional.

La rosa de los vientos

Encontro entre o flamenco de Sergio de Lope e o jazz de João Barradas, duas linguagens autênticas que se transformam numa ponte para derrubar fronteiras.

La Quijá

Inspirada na Sibéria Estremenha, La Quijá investiga os vazios da memória coletiva, os vestígios que sobrevivem nos gestos, nos ritmos, nos rituais ou nas canções de que já ninguém se lembra por completo.
Procura a poesia naquilo que sobrevive, naquilo que resiste à passagem do tempo. Através de uma fisicalidade intensa e orgânica, propõe uma viagem em direção aos ossos, à medula que guarda o pulsar do antigo, e a um corpo que não é apenas individual, mas também comunitário.
Entre a aspereza e a ternura, a peça explora a poesia que emerge quando o corpo se transforma em terra e o movimento numa forma de recordar.