Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.