Rocío Royo Durán (comissária)
Luis López Casero (paisagem sonora)
Mario de la Cueva, Miguel Bueno, Isabella Peláez, Juan Martín Bermúdez, Pablo Barrena, Attila Fekete (fotografia)
Exposição fotográfica imersiva que combina imagens, vídeo, paisagem sonora e documentação contemporânea para explorar as salinas do século XXI como espaços de sustentabilidade, memória e transformação cultural. A exposição dá visibilidade às salinas artesanais da Baía de Cádis como exemplos de paisagem cultural viva e de infraestrutura astuta. Através do olhar, a experiência convida o público a habitar a paisagem, a refletir sobre a importância das salinas e a reconhecer o seu valor ecológico, cultural e social para as comunidades costeiras do futuro.
Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.
Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.
Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.
Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.
Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Em cada local será projetado um olho diferente, em defesa da memória coletiva. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.
Invisible. A representação do olho como elemento intermédio entre a memória e o esquecimento é uma intervenção artística que ressignifica espaços abandonados. Através de um código Morse reinterpretado, o olho transforma-se num símbolo projetado em lugares identitários abandonados. Através do olho e do pestanejar, a proposta reflete sobre a presença e a ausência.